Um policial militar foi condenado por duas tentativas de homicídio duplamente qualificadas pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Taguatinga. A decisão foi proferida em 11 de junho de 2026 e envolve o réu Danilo Ferreira Lopes, acusado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Os fatos ocorreram na madrugada de 18 de agosto de 2024 em uma casa noturna de Taguatinga e no Hospital Regional de Taguatinga.
Sequência dos acontecimentos
O policial, que se encontrava embriagado, exibiu uma arma de fogo dentro do estabelecimento. Após ser advertido por um segurança, ele apontou o armamento para uma vítima sem efetuar disparos. Em seguida, atirou contra um empresário, causando-lhe ferimentos, e seguiu até o hospital onde ameaçou “terminar o serviço”.
Contexto e motivação
O Conselho de Sentença considerou que a agressividade do réu foi motivada pelo estado de embriaguez e pela reação hostil após a advertência recebida na boate. Os crimes foram classificados como tentativas de homicídio duplamente qualificadas, conforme a acusação apresentada pelo MPDFT. A condenação reforça a aplicação da lei em casos que envolvem agentes de segurança pública.
O processo tramitou no Tribunal do Júri de Taguatinga e resultou na responsabilização penal do militar. As vítimas foram atendidas no Hospital Regional de Taguatinga, local onde o réu também compareceu após os disparos. A sentença foi divulgada três dias antes da data atual, em 11 de junho de 2026.