Na última quarta-feira, 8 de abril de 2026, policiais civis do Distrito Federal participaram do segundo turno das eleições para escolher a nova Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal do Sinpol-DF. O pleito ocorreu das 8h às 17h em diversos pontos da capital, com votação em urnas eletrônicas e de lona, e apuração em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). Para validar o resultado, era necessária a participação mínima de 40% mais um dos filiados aptos, conforme o estatuto do sindicato.
Locais e processo de votação
A eleição foi realizada em múltiplos locais para facilitar o acesso dos policiais civis. Entre os pontos de votação estavam a sede do Sinpol-DF na Asa Norte, a filial em Taguatinga Norte, o Instituto de Identificação, o Instituto de Criminalística e delegacias em Ceilândia, Gama, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho. Essa distribuição visava garantir que os filiados pudessem votar com comodidade, incluindo opções para voto em trânsito.
O processo adotou urnas eletrônicas para agilidade e urnas de lona para situações específicas, com a apuração contando com o apoio do TRE-DF para transparência e lisura. Essa parceria reforça a credibilidade do pleito, alinhando-se às normas eleitorais vigentes no Distrito Federal.
Chapas concorrentes e objetivos
As chapas em disputa para a Diretoria Executiva foram a 10 e a 30, enquanto para o Conselho Fiscal concorreram as chapas 112 e 114. Esses grupos representam diferentes visões para a liderança política e administrativa do Sinpol-DF, além da fiscalização financeira do sindicato. A eleição busca definir os responsáveis por essas áreas cruciais, impactando diretamente a representação dos policiais civis.
De acordo com o estatuto do Sinpol-DF, o segundo turno é essencial para resolver impasses do primeiro turno e assegurar uma escolha majoritária. Assim, o resultado definirá a direção do sindicato nos próximos anos, promovendo estabilidade e defesa dos interesses da categoria no Distrito Federal.