quarta-feira , 4 fevereiro 2026
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Polícia Civil prende técnicos de enfermagem por homicídios em UTI no DF

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Viatura da Polícia Civil do DF em frente a hospital em Brasília, representando prisão por homicídios em UTI.

Exclusivo: Técnica de enfermagem é investigada por homicídios em UTI de hospital no DF

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu três técnicos de enfermagem suspeitos de envolvimento em homicídios na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga. Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, é uma das investigadas, junto com Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, e Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos. Os crimes teriam ocorrido em novembro e dezembro de 2025, resultando na morte de três pacientes.

Detalhes da operação Anúbis

A Operação Anúbis foi deflagrada em janeiro de 2026, após o Hospital Anchieta identificar irregularidades em uma apuração interna. A instituição comunicou os fatos à Polícia Civil do DF, que iniciou as investigações. As prisões ocorreram com base em evidências como imagens de câmeras de segurança e acesso indevido a uma conta de médico para aplicação de substâncias letais.

As vítimas identificadas são Miranilde Pereira da Silva, de 75 anos, João Clemente Pereira, de 63 anos, e Marcos Raymundo Fernandes Moreira, de 33 anos. A operação destacou a suspeita de que os técnicos teriam administrado substâncias que causaram as mortes. Até o momento, as motivações por trás dos atos não foram divulgadas pelas autoridades.

Trajetória profissional de Amanda Rodrigues de Sousa

Amanda Rodrigues de Sousa, técnica de enfermagem de 28 anos, atuava no Hospital Anchieta e agora enfrenta acusações graves. Sua trajetória profissional ganha destaque nesta divulgação exclusiva, revelando seu papel na UTI onde os incidentes ocorreram. As investigações apontam para irregularidades em procedimentos médicos, incluindo o uso indevido de acessos a sistemas hospitalares.

A apuração interna do hospital foi crucial para alertar as autoridades, levando à rápida ação policial. A Operação Anúbis continua em andamento, com análise de provas adicionais para esclarecer o envolvimento de cada suspeito. O caso tem gerado repercussão no Distrito Federal, levantando questões sobre protocolos de segurança em unidades de saúde.

Impacto e próximos passos na investigação

O Hospital Anchieta reforçou seus procedimentos internos após os eventos, priorizando a transparência e a cooperação com a polícia. As prisões em janeiro de 2026 marcam um avanço na busca por justiça para as vítimas e suas famílias. A Polícia Civil do DF segue coletando depoimentos e evidências para fortalecer o inquérito.

Este caso destaca a importância de vigilância em ambientes hospitalares, especialmente em UTIs. Com as investigações em curso, mais detalhes podem emergir nos próximos dias. A sociedade acompanha de perto os desdobramentos, aguardando respostas sobre os motivos e as responsabilidades envolvidas.

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