Padrasto confessa estupro e assassinato de enteada em Planaltina
Em um crime chocante que abala a comunidade de Planaltina, no Distrito Federal, o padrasto Marlon Carvalhedo da Rocha, de 28 anos, confessou ter estuprado e estrangulado até a morte sua enteada Ester Silva, de apenas 14 anos. O ato ocorreu na residência da família, no condomínio Total Ville 3, durante a noite de 17 para 18 de janeiro de 2026. A confissão expõe falhas graves no sistema de proteção a vulneráveis, especialmente considerando o histórico criminal do suspeito envolvendo estupros anteriores.
Detalhes do crime hediondo
De acordo com as investigações, Marlon Carvalhedo da Rocha saiu do quarto que dividia com a companheira e invadiu o quarto onde dormiam Ester Silva e sua irmã mais nova. Ali, ele cometeu o estupro e, em seguida, enforcou a vítima, levando-a à morte. A mãe das meninas relatou suspeitas de que um suco adulterado, servido pelo suspeito, deixou a família sonolenta, facilitando o crime. Essa tática manipuladora reforça a crítica à impunidade que permite que indivíduos com motivações sexuais predatórias circulem livremente em ambientes familiares.
Prisão e histórico criminal
O suspeito foi preso em 18 de janeiro de 2026, logo após o crime, e confessou os atos à polícia. Seu histórico inclui estupros anteriores, o que levanta questionamentos sobre a eficácia das medidas judiciais e de vigilância para prevenir reincidências. A motivação sexual, conforme apontado pelas autoridades, destaca a urgência de políticas mais rigorosas para proteger adolescentes de abusadores dentro de casa. A irmã mais nova da vítima, que presenciou parte do horror, agora lida com o trauma, enquanto a mãe enfrenta o peso de uma possível negligência involuntária.
Repercussões e chamado à ação
Esse caso não é isolado, mas reflete uma realidade alarmante de violência doméstica no Brasil, onde falhas no sistema de justiça permitem que criminosos como Marlon Carvalhedo da Rocha continuem ameaçando vidas inocentes. A sociedade deve cobrar mais accountability das instituições para evitar tragédias semelhantes. Em sua confissão, o suspeito limitou-se a uma resposta evasiva:
“Demais!”
Essa declaração curta e enigmática apenas sublinha a frieza do ato, exigindo uma resposta crítica e coletiva para combater a impunidade e fortalecer a rede de proteção a crianças e adolescentes.