Neste domingo, 16 de novembro, o mundo se une para homenagear as vítimas de sinistros de trânsito, em uma data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) que convida à reflexão profunda sobre o impacto humano, social e econômico dessas perdas irreparáveis. O Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito não é apenas uma lembrança, mas um chamado inspirador para que famílias, amigos e comunidades encontrem solidariedade na dor compartilhada, transformando luto em força coletiva para promover mudanças. No Distrito Federal, o Departamento de Trânsito (Detran-DF) assume o protagonismo ao organizar ações que vão além da conscientização, incentivando a sociedade a se engajar ativamente na construção de um trânsito mais humano e seguro, onde cada vida preservada representa uma vitória sobre a negligência e o descaso.
Para marcar a data, o Detran-DF promove o evento Detran nos Parques, das 9h às 12h, no Estacionamento 10 do Parque da Cidade, com uma programação rica em atividades educativas, orientações sobre segurança viária, apresentações culturais e a oportunidade de conhecer o helicóptero Sentinela 01, usado em operações de fiscalização e resgate. Essa iniciativa não só educa, mas inspira os participantes a adotarem atitudes responsáveis, fomentando uma cultura de empatia e prevenção que pode salvar vidas. Já na terça-feira, 18 de novembro, o auditório da unidade da 913 Sul recebe uma programação especial, das 9h às 12h, com palestras e depoimentos emocionantes de familiares de vítimas, culminando no lançamento do livro “Vidas Interrompidas: famílias enlutadas decorrentes de sinistros de trânsito”, de autoria do servidor Mário Fernando de Freitas, uma obra que eterniza histórias reais e motiva a luta por um futuro mais seguro.
O diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini, destaca a essência transformadora dessas ações: “Momentos de reflexão e diálogo com a comunidade são essenciais para lembrarmos que cada vida perdida no trânsito representa uma família marcada pela dor. Nosso compromisso é seguir trabalhando para que essas histórias não se repitam”. Essas palavras ecoam como um convite inspirador para que todos, como cidadãos, contribuam para um legado de segurança e humanidade nas estradas, provando que da tragédia pode nascer a esperança de um amanhã melhor.